O valor do metro quadrado
Imagem: fortheplussizejournals.blogspot.com
Segundo o Índice FipeZap, o preço do metro quadrado registrado na Cidade Maravilhosa em maio  foi de R$ 10.609, o que representa uma subida de 0,67% em relação a abril. Em  comparação com o mesmo mês do ano passado, houve aumento de 13,6%, superior, portanto, à inflação acumulada nos últimos 12 meses que foi de 6,41%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo IBGE.

O Rio se consolida como a cidade brasileira com o metro quadrado mais valorizado, seguido de Brasília (R$ 8.136),  São Paulo (R$ 8.060),   Niterói (R$ 7.373), Recife (R$ 5.769), Belo Horizonte (R$ 5.446), São Caetano do Sul (R$ 5.410), Fortaleza (R$ 5.380 ) e Florianópolis (R$ 5.221), Curitiba (R$ 5.049) e Porto Alegre (R$ 4.765).

Mas ainda há espaço para crescer, porque o valor do metro quadrado no País continua muito abaixo do registrado em outras grandes metrópoles do planeta. De acordo com o Knight Frank Global House Price Index, índice que monitora os preços de imóveis em diversas cidades do mundo, o valor do metro quadrado  em Roma  é US$ 15.000, em Moscou é US$ 22.000, em Nova York é US$ 21.800, em Los Angeles é US$ 13.000, em Tóquio é US$ 13.300, em Paris é US$ 25.300 e em Londres, nada menos que US$ 41.900.

Os números comprovam o que enfatizamos em todos os nossos últimos artigos e é corroborado pelos maiores consultores e especialistas do mercado: comprar um  imóvel é um ótimo investimento,  o valor dos imóveis na Cidade Olímpica não para de crescer e vale muito a pena comprar agora um imóvel novo e bem localizado.

O vigor do nosso mercado imobiliário é atestado pela enorme demanda, pela reduzida taxa de inadimplência, pela baixa taxa de desemprego, pelo aumento real da renda média do brasileiro e pela extraordinária oferta de crédito.

O chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central,  Sérgio Odilon dos Anjos, enfatiza a saúde do setor e garante que o crédito o imobiliário cresce de forma sustentável, com um bom nível de garantias, baixa inadimplência e tamanho ainda tacanho em relação ao PIB, por volta de 8%.

Octavio de Lazari Junior, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), assegura que o setor imobiliário tem ainda uma larga avenida a percorrer, com uma demanda de cerca 1,3 milhão de unidades por ano.

Para Paulo Safady Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, “cerca de 90% das pessoas que compram imóveis financiados no Brasil não estão fazendo investimentos, mas sim estão adquirindo a sua casa própria, o que resulta em níveis baixos de inadimplência”.

Anthero Meirelles, diretor de Fiscalização do Banco Central, esclarece e destaca que o mercado nacional “não tem elementos que possam caracterizar bolha imobiliária”, uma vez que não há no sistema crédito subprime (modalidade de financiamentos habitacionais concedidos sem critério a quem não oferece garantias suficientes para quita-los no futuro) e nem há ocorrência de forma relevante de um mesmo comprador pagando por vários imóveis, uma vez que 90% das compras são para moradia.

Publicado originariamente em: imoveislancamentos.com.br

Previous post

Cinemark inaugura complexo com tecnologia XD

Next post

Lançamento de 'Boston Boys' na Livraria da Travessa