Com a crescente demanda do mercado pet, muitas novidades têm aparecido para atender aos donos de bichos de estimação que procuram o melhor para seus amiguinhos. Não à toa, o segmento tem visto essa necessidade e passa cada vez mais a investir em produtos que vão além da estética, mas sim com o cuidado da saúde animal.

Um grande destaque são os produtos oftálmicos, algo que, antigamente, era deixado de lado e quando o problema realmente persistia, os donos compravam produtos para seres humanos e aplicavam nos pets. Hoje, isso já é bem diferente e os animais já podem contar com um tratamento feito sob medida.

Esse é o caso de algumas farmácias de manipulação pet, como a Fórmula Animal, que vem investindo constantemente em inovações para que o público pet possa ser tratado da melhor maneira possível. Atualmente, por exemplo, a empresa oferece produtos oftálmicos manipulados, algo ainda muito difícil de encontrar no Brasil, potencializando os cuidados em algumas enfermidades animais.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) são mais de 50 milhões de cães e 22 milhões de gatos, tornando o Brasil o quarto maior do mundo em população total de animais de estimação. Esse mercado faturou mais de R$ 20 bilhões em 2017, sendo o 3º maior do mundo em faturamento. Um dos destaques é o setor farmacêutico, que ganha espaço ano após ano, estando hoje na 4ª posição dos que mais crescem neste nicho, tendo alcançado mais de 15% de aumento desde o ano de 2015.

Mas, é preciso entender um pouco esse cenário:

Como são feitos os produtos oftálmicos?

No caso da manipulação, eles devem ser obrigatoriamente produzidos em um laboratório estéril, voltado unicamente para a produção do mesmo, regra que deve ser seguida para quaisquer medicamentos deste perfil. Só para se ter uma ideia, como esse tipo de produto vai diretamente para os olhos dos animais, o cuidado na sua formulação e manipulação devem ser levados ao extremo, feitos realmente em um ambiente estéril e seguro como se pode ver no link https://www.formulanimal.com.br/pt/Oftalmico

Qual a necessidade no desenvolvimento desse serviço?

Segundo Marcelo Piazera, sócio-fundador da Fórmula Animal, “Era uma demanda grande dos veterinários, pela dificuldade de encontrar esses produtos exclusivos veterinários. Muitas vezes os tutores acabavam recorrendo a farmácias estéreis humanas para conseguir o medicamento, porém sempre encontrando limitação pela falta de especialização veterinária”, comenta.

Ainda de acordo com o executivo, “os cuidados do setor farmacêutico são elaborados visando atender a uma demanda constante de prevenção, acompanhamento e tratamento de doenças em animais. Assim como para os humanos, a medicina está correndo contra o tempo, no lado veterinário isso não é diferente”.

Quais as enfermidades esses produtos (pomadas e colírios) irão combater?
São diversos os problemas oculares que utilizam pomadas e colírios. Um dos mais comuns, principalmente em cães, é a Ceratoconjuntivite Seca, também conhecida como olho seco. Os medicamentos mais usados são a base de Ciclosporina e Tacrolimus.

Raças de cachorros, como Schnauzer e LhasaApso, que contêm o pelo mais longo, também estão mais suscetíveis a ter irritação ocular. Por isso, a dica é que a tosa seja realizada com maior frequência, evitando, assim, que o pelo possa cair no olho e provocar incômodo.

Mas, existem muitas outras doenças comuns, como Cataratas, Conjuntivite e Glaucoma. Para todas elas há a necessidade de um constante cuidado e uso de medicamentos feitos sob medida, aumentando as chances de o animal melhorar e até mesmo ficar totalmente curado.

Tanto a pomada como o colírio podem ser aplicados em cães e gatos? Alguma dica para pingar o colírio no pet?
Piazera reforça que esses medicamentos podem sim ser usados tanto por cães como por gatos. “A instilação no olho dos animais deve ser feita com as mãos limpas. Uma gota do colírio ou fina camada de pomada no olho afetado costuma ser a indicação, sendo suficiente para boa absorção do medicamento. Mas, para ter certeza de estar fazendo o melhor tratamento, é melhor pegar indicações específicas para o problema do bichinho com o médico veterinário”.

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